sábado, 27 de abril de 2013

Comportamento Destrutivo



Autodestrutivo


Fazemos coisas contra nós mesmos, nos destruímos sem perceber ou até mesmo por raiva auto-imposta. Comportamento autodestrutivo se refere a toda ação que provoca prejuízos para si mesmo. São comportamentos ilógicos, pois infelizmente o ser humano é mais irracional do que gostaríamos.

- Fumamos e bebemos, apesar dos danos.

- Comemos demais.

- Tomamos remédios em excesso.

- Nos corroemos de ciúmes, raiva.

- Em casos extremos algumas pessoas até usam objetos cortantes sobre a própria pele com a clara intenção de provocar dor em si mesmo.

Dica do psicólogo: Faça uma lista de seus comportamentos auto-destrutivos. Avalie o inicio destes comportamentos, quando começaram? Avalie o que você ganha com cada um deles. Por exemplo: ao beber você “esquece” de seus problemas? Faça uma lista detalhada e tome consciência de ganho secundário, pois sabemos que por trás de cada atitude auto destrutiva está uma necessidade e uma tentativa (mal sucedida) em superar alguma dificuldade. O que mais causa sofrimento no ser humano?Perdas. Perder emprego, perder bens materiais, perder pessoas queridas por morte, por mudança física ou afastamento emocional. Qualquer perda é dolorida, mas perder pessoas muitas vezes são sofrimento quase impossíveis de serem esquecidos. O sofrimento é próprio do ser humano, os problemas existenciais são dores naturais do ser humano. Sofrimento não tem a ver com depressãoDepressão é uma doença. Em alguns países é a primeira causa de incapacitação. Sofrimento faz parte da vida, e devemos aceitar a vida com todas suas vicissitudes mas não precisamos continuar a sofrer eternamente. Devemos aceitar cada obstáculo como uma oportunidade de crescimento. Se a cada problema que lhe aparecer você se volta para a comportamentos autodestrutivos é sinal de que não está aprendendo com a vida, está se entregando á ela da forma mais cruel que poderia faze consigo mesmo. As pessoas não sofrem só com o que acontecem com elas, sofrem pela forma como enxergam as coisas que acontecem com elas. A personalidade de cada um filtra o que aconteceu, conforme os recursos que cada um tem para enfrentar e superar os estresses da vida terá um final diferente. Os comportamentos autodestrutivos são tentativas mal sucedidas de conviver com problemas, traumas e estresses. É uma forma ansiosa de superação. Beber para esquecer, fumar para se distrair, utilizar da automedicação achando que cuidará facilmente e sua doença, deixar a raiva invadir sua mente por considerar que é impossível resolver os problemas. Saiba que quando não conseguimos sozinhos sempre podemos contar com um psicólogo para este apoio.


A causa dos comportamentos destrutivos
Adotamos alguns comportamentos que nos causam prejuízo. São coisas que fazemos que muitas vezes temos consciência que são nocivas, mas continuamos a fazer mesmo assim. Exemplos: dormir poucas horas; trabalhar em excesso; não praticar alguma atividade física; fumar; deixar de ir ao dentista; beber em excesso; manter-se em um relacionamento destrutivo; gastar dinheiro com algo completamente inútil; deixar tudo desorganizado; alimentar-se mal e etc..
São comportamentos que acabam prejudicando a saúde, a parte financeira, os relacionamentos e a nossa qualidade de vida em geral. Alguns julgam que agimos dessa forma por fraqueza, falta de disciplina e de força de vontade. Entretanto, cuidar de si mesmo e fazer coisas em benefício do próprio bem-estar deveria ser algo que acontece sem esforço algum, de forma natural e espontânea. Mas não é o que ocorre. Racionalmente, não faz sentido prejudicar a si mesmo.

Agimos dessa forma guiados por fatores inconscientes. São sentimentos negativos que acumulamos durante a vida que encobrem o nosso amor próprio, baixando nossa autoestima. Surgem processos de autopunição e autossabotagem.

Dentro de nós existe um Eu verdadeiro, mais profundo, que está sempre lá, em paz e feliz. Entretanto, esse Eu verdadeiro pode estar temporariamente encoberto com nuvens negras que nada mais são do que sentimentos negativos que acumulamos durante a vida e que nos impedem de sentir paz e alegria que é o que temos na nossa essência. As nuvens não fazem parte de nós e podem ser dissipadas. A essência continua sempre lá, pois ela é nossa única parte verdadeira.

As nuvens negativas criam uma entidade sofredora que tem vida própria e que toma conta dos nossos pensamentos e nos leva a fazer coisas que não são as melhores para a nossa vida. Sentimentos de medo, culpa, rejeição, traumas, mágoas, abandono, raiva, tristeza e outros fazem parte dessa entidade sofredora.

Essa negatividade é que nos faz ter preguiça de praticar exercício; leva-nos a comprar algo que não precisamos por impulso; convence-nos a começar a se alimentar melhor somente na segunda-feira que vem; faz-nos ficar na televisão até mais tarde e perder preciosas horas de sono que o nosso corpo precisa. 




Eckhart Tolle, no livro "O despertar de uma nova consciência", chama essa entidade sofredora de "corpo de dor". Outros chamam de "sombra". É ela que nos arrasta para os comportamentos destruidores, desde os mais leves aos mais pesados. Quanto mais sentimentos acumulados, maior será a força da sombra e mais destrutivos serão nossos comportamentos.

Pessoas que se envolvem com uso pesado de drogas estão sendo controladas pelas sombras que acumularam durante a vida que é composta por uma série de emoções negativas. E a maioria nem tem consciência que é essa infelicidade que elas não sabem lidar que as levam para a autodestruição. Não têm noção do quanto essa força tem poder sobre suas vidas. Aliás, a falta de autoconhecimento é tão grande que nem sabem que guardam tanta coisa emocional. Consequentemente, também não sabem que a única forma de melhorar ou acabar de uma vez com o comportamento destrutivo é através da eliminação dessa emoções em conflito. Enquanto essas emoções estiverem guardadas, será preciso uma luta constantemente para se manter longe da droga. Esse é o mesmo mecanismo que leva as pessoas ao vício do jogo; aos relacionamentos com pessoas agressivas; compulsão alimentar; compulsão por compras etc..

Sempre que atendo alguém com a *EFT (técnica para autolimpeza emocional, veja como receber um manual gratuito no final do artigo), o foco do trabalho é encontrar essas emoções negativas e utilizar a técnica para dissolvê-las. Assim, atuamos na causa fundamental que está por trás do comportamento. Depois que a emoção é resolvida, mudar o comportamento é uma consequência natural, não requer esforço. Você volta a ser quem você verdadeiramente é. Sai a nuvem negra que estava no comando.

Quanto mais equilibrados estamos, mais temos o desejo natural de cuidar de nós mesmos: comer coisas mais saudáveis, dormir mais cedo, exercitar-se. Quando tentamos mudar o comportamento sem mudar o que está dentro de nós, o resultado é que temos que gerar um grande esforço, que nem sempre conseguiremos manter por muito tempo.

Além dos comportamentos destruidores mais visíveis como os já citados, existem outros mais sutis. Nos relacionamentos, por exemplo, surgem dificuldades em impor limites; fazemos coisas que nos desagradam para agradar ao outro por medo da rejeição; brigamos por motivos bobos; geramos tensão ao sentir ciúmes e tentar controlar. Tudo consequência da atuação da nossa sombra.

Os 10 mais destrutivos comportamentos humanos


Os seres humanos se envolvem em uma série de comportamentos que são destrutivos . Mentir, enganar, roubar, matar a sí e matar aos outros. A ciência tem prestado muita atenção sobre por que uma espécie inteligente parece tão desagradável, rancorosa, auto-destrutiva e dolorosa. Confira os 10 mais destrutivos comportamentos humanos:


1. Mentir


Ninguém sabe ao certo por que os humanos mentem tanto, mas estudos apontam que é comum, e que é muitas vezes ligado a fatores psicológicos profundos. "É ligada com a auto-estima", diz o psicólogo Robert Feldman daUniversidade de Massachusetts. "Achamos que, assim que as pessoas sentem que sua auto-estima está ameaçada, eles imediatamente começam a mentir em níveis mais elevados."Um estudo realizado por Feldman revela que as pessoas mentem com freqüência, 60% das pessoas mentem pelo menos uma vez durante uma conversa de 10 minutos.
Os animais também são conhecidos por ser capazes de enganar, e mesmo os robôs aprenderam a mentir, em um experimento onde foram recompensados ​​ou punidos em função do desempenho em uma competição com outros robôs.

2. Violência

A violência é encontrada em toda história humana, levando alguns pesquisadores a concluir que ela está em nossos genes e afeta o cérebro. E vidências sugerem que nossos ancestrais humanos eram mais amantes da paz do que nós, homens do século XXI. Embora haja sinais de canibalismo entre os primeiros seres humanos da pré-história eles não ganham de nós.Um estudo de 2008 concluiu que os seres humanos parecem almejar a violência como desejam sexo, comida ou drogas. O estudo, publicado na revista Psychopharmacology, realizado em ratos, concluiu que aglomerados de células do cérebro que estão envolvidas na recompensa de atitudes também estão envolvidas com o desejo para a violência. Os pesquisadores acreditam que a conclusão se aplica aos cérebros humanos também.
"A agressão ocorre entre praticamente todos os vertebrados e é necessária para obter e manter recursos importantes, como companheiros de território e comida", disse Craig Kennedy, professor de educação especial e daUniversidade de Vanderbilt, no Tennessee. "Nós descobrimos que o caminho da recompensa no cérebro torna-se envolvido em resposta a um evento agressivo e que a dopamina está envolvida".
Muitos pesquisadores acreditam que a violência nos seres humanos é uma tendência evoluída que ajudou na sobrevivência. "O comportamento agressivo tem evoluído em espécies em que aumenta a sobrevida de um indivíduo ou reprodução, e isso depende das circunstâncias específicas ambientais, sociais, reprodutivas e históricas de uma espécie. Os seres humanos certamente estão entre uma das mais violentas espécies", diz o biólogo David Carrier, da Universidade de Utah.



3. Roubar

O roubo pode ser motivado pela necessidade. Mas para cleptomaníacos, roubar pode ser motivado por emoção. Em um estudo que entrevistou 43.000 pessoas 11% admitiu ter roubado pelo menos uma vez. "Estas são pessoas que roubam, embora possa facilmente ter recursos para comprar", diz Jon E. Grant, da Universidade de Minnesota.Num estudo realizado em 2009, os participantes tomaram um placebo ou naltrexona - remédio para tratar dependentes de álcool, drogas e jogos de azar. A naltrexona bloqueia os efeitos de substâncias chamadas opióides endógenos, provocando a sensação de prazer no cérebro. O resultado foi que a droga reduziu os impulsos para furtar e roubar. O roubo pode estar em nossos genes.

4. Enganar os outros( traição)

Enquanto a maioria das pessoas diria que a honestidade é uma virtude, quase um em cada cinco americanos acham que a fraude de impostos é moralmente aceitável ou não é uma questão moral. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center. Cerca de 10 % concordam com a opinião quando o assunto é trair a esposa.Os que adotam altos padrões morais e fazem questão de mostrar sua retidão estão entre os piores da lista, de acordo com estudos. Os piores a fazer trapaça são aqueles com a moral elevada, que de alguma forma distorcida, consideram que a trapaça é justificável em algumas situações.
O comportamento tem uma explicação simples, dizem os especialistas: Rapazes são ligados a querer sexo, e são influenciados por celebridades e políticos a enganar. "As pessoas não necessariamente praticam o que pregam", diz Lawrence Josephs, um psicólogo clínico na Adelphi University, em Nova Iork. "Não está claro até que ponto as pessoas de valores éticos estão fazendo o que dizem ou deixam de dizer."

5. Apegar-se a maus hábitos



Talvez tudo nesta lista seria bem menos problemático se fôssemos diferentes. Estudos descobriram que, mesmo quando os riscos de um mau hábito são conhecidos, as pessoas acham difícil parar."Não é porque eles não tenham obtido a informação de que estes são grandes riscos", diz Cindy Jardine, da Universidade de Alberta. "Nós tendemos a viver o presente e um futuro limitado, não pensamos a longo prazo".
As pessoas tendem a justificar os maus hábitos, diz ela, observando as exceções para as estatísticas conhecidas, tais como: "Não me magoou ainda", ou "Minha avó fumava toda a sua vida e viveu até os 90."

6. Ser valentão





Estudos descobriram que metade ou mais das crianças que frequentaram a escola já tiveram a experiência do bullying. Um estudo europeu em 2009, descobriu que crianças que são valentões na escola, é provável que também intimide seus irmãos em casa. Isso levou um pesquisador envolvido no estudo a especular que o comportamento de bullying geralmente começa em casa.
"Não é possível dizer a partir de nosso estudo que o comportamento vem em primeiro lugar, mas é provável que se as crianças se comportam de determinada maneira em casa, intimidam um irmão por exemplo, se esse comportamento não for controlado, pode ter se repetir na escola", disse Ercília Menesini da Universita degli o 'Studi di Firenze, Itália.Mas o bullying não é brincadeira de criança só. Um estudo revelou que quase 30% dos trabalhadores de escritório nos EUA sofre intimidação por parte de chefes ou colegas de trabalho, com insultos e humilhações propositais. E uma vez que inicia, ele tende a piorar.
Especialistas dizem que para combater os provocadores, deve-se responder de forma racional e dura.
Por que fazemos isso? Simples, para ganhar status e poder, dizem os psicólogos. E, para alguns, pode ser difícil resistir ao comportamento. Os pesquisadores viram o comportamento de bullying em macacos e especulam que o comportamento pode ter relação com os animais.



7. Dar uma recauchutada

Em 2015, 17% dos residentes nos EUA passará por cirurgias estéticas, a indústria prevê. Alguns poderiam chamar de progresso da arte, ou uma maneira de voltar no tempo. Mas, em geral, é certo que muitos morreram de procedimentos da cirurgia cosmética, o que faz tantas pessoas querer refazer-se artificialmente?Primeiramente, é importante notar que a prática é antiga, muitas vezes ligada a cultos e religiões, ou poder e status, e de fato a maior parte das alfinetadas modernas, como colocação de botox, são procedimentos benignos em relação a algumas práticas antigas. As pessoas têm reformulado suas cabeças, os pescoços alongados, esticou-se as orelhas e os lábios, pintaram seus corpos com jóias feitas para durar milhares de anos.
O fascínio da beleza não pode ser negada como principal motivador para tanto sofrimento. Estudos têm mostrado que os consumidores compram mais de vendedores atraentes; pessoas atraentes captam a nossa atenção mais rapidamente do que outros, e as pessoas magras têm mais facilidade de serem contratadas e promovidas.
"Há essa idéia de que se você olhar melhor você será mais feliz. Você vai se sentir melhor sobre si mesmo", diz a psicóloga Diana Zuckerman, presidente do Centro Nacional de Pesquisa de Mulheres e Famílias. "E, logicamente, que faz muito sentido, porque vivemos em uma sociedade onde as pessoas se importam com o que você olha e não com o que é."
Um sinal dos tempos para a geração Baby Boomer: Embora as vendas de cirurgia estética cedeu durante a recessão, tratamentos a laser para rugas dispararam.


8. Estresse



Sim, o estresse pode ser mortal, elevando o risco de problemas cardíacos e até câncer. O estresse pode levar à depressão, que pode levar ao suicídio - outro comportamento destrutivo que é exclusivamente humano (e flagrantemente não estão nesta lista).Mas exatamente por isso que o estresse é difícil de definir. Essas verdades se identificarão com muitos, porém: O local de trabalho moderno é uma fonte significativa de estresse para muitas pessoas.
Mais de 600 milhões de pessoas em todo o mundo tem semanas de trabalho de 48 horas, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho. E os avanços na tecnologia - smartphones e internet de banda larga – tem mudado as fronteiras entre trabalho e tempo livre. Cerca de metade dos norte-americanos levam trabalho para casa, de acordo com um estudo recente.
O estresse de ser um pai ao mesmo tempo que trabalha é confirmado por um estudo de 2007 que concluiu que os idosos se sentem menos estressados.
Para Gwenith Fisher, psicólogo organizacional da Universidade de Michigan os trabalhadores idosos são mais tranquilos. "Eles não têm os mesmos conflitos de trabalho e pessoal que mais jovens e de meia-idade lidam, fazendo malabarismos com responsabilidades para atender os filhos juntamente com seus empregos e suas necessidades pessoais."
Especialistas sugerem exercício e sono adequado, são duas das melhores maneiras para combater o estresse.

9. Jogar



Azar, também, parece estar nos nossos genes e em nossos cérebros, o que pode explicar por que tal comportamento potencialmente ruim é tão comum.Um estudo publicado na revista Neuron no ano passado descobriu que quase ganhar aciona os circuitos relacionados com vitória no cérebro e aumenta a motivação para jogar. "Os jogadores muitas vezes interpretam quase-vitórias como eventos especiais, que incentiva a continuar a jogar", afirma Luke Clark, da Universidade de Cambridge. "Nossos resultados mostram que o cérebro responde a quase-vitória, como se ela realmente tenha acontecido, embora o resultado seja tecnicamente uma perda."
Outros estudos também têm demonstrado que a perda faz os jogadores se empolgarem. Quando as pessoas se planejam com antecedência o quanto jogar, eles são friamente racional, um estudo no ano passado descobriu. Mas se perdem a racionalidade mudam o plano de jogo e apostar ainda mais.


10. Fofoca



Nós seres humanos costumamos julgar e falar sobre os outros em grande escala, não importa o quão doloroso pode ser, dizem os pesquisadores.Fofoca estabelece limites de grupo e aumenta a auto-estima. Em muitos casos, o objetivo da fofoca não é verdade ou precisão. O que importa é o vínculo que fofoca pode forjar, muitas vezes à custa de um terceiro.
"Quando duas pessoas partilham uma aversão por outra pessoa, [a fofoca] aproxima-os", diz Jennifer Bosson, professor de psicologia na University of South Florida.
O problema é quando essa não-verdade chega aos ouvidos do caluniado, as conseqüências são terríveis.