quinta-feira, 16 de maio de 2013


Principais ações do plano contra o crack


Diagnóstico

• Realizar ampla pesquisa de âmbito nacional sobre o consumo de crack no Brasil, inclusive no que diz respeito ao impacto do uso da droga sobre a economia do país.

A titular da Senad, Paulina Duarte, prometeu os resultados do levantamento, realizado com 25 mil pessoas ao custo de R$ 7 millhões, para abril de 2011, mas eles ainda não foram divulgados.

• Desenvolver novas terapias e estratégias para aumentar a adesão ao tratamento pelos usuários decrack.

• Avaliar a capacidade e a qualidade dos serviços de saúde e proteção social que atendem usuários decrack e outras ­drogas.



Combate

• Ampliar as operações de combate ao narcotráfico pelas polícias Federal e Rodoviária Federal, em especial nas regiões de fronteira, em articulação com as polícias estaduais e com o apoio das Forças Armadas.

• Fortalecer as polícias estaduais para enfrentamento do crack em áreas mais vulneráveis ao consumo.



Prevenção

• Realizar campanha nacional e permanente para mobilizar a sociedade para o ­enfrentamento do crack.

• Estender as ações do Projeto Rondon (Ministério da Defesa) e do Projovem (Ministério da Educação) a regiões vulneráveis à violência e ao consumo de drogas.

• Capacitar cerca de 100 mil profissionais das redes de saúde e de assistência social e da comunidade escolar e formar multiplicadores em prevenção, em parcerias com universidades, em dez diferentes cursos de educação a distância.



Tratamento (a cargo dos municípios)

• Ampliar o número de leitos em serviços de emergência e nos hospitais gerais, para tratamento de usuários de crack e outras drogas.

• Desenvolver e integrar a rede especializada

• Implantar casas de passagem e comunidades terapêuticas.



Reinserção social

• Capacitar juízes e equipes psicossociais para uniformizar e implantar práticas de reinserção social.



Treinamento

• Oferecer, em cinco universidades federais, cursos de especialização e mestrado em gestão do tratamento de usuários de crack e outras drogas, para profissionais que atuam na rede de atenção à saúde e proteção social.

• Prever outros cursos de pós-graduação, de residência mul­ti­profis­sional, mestrado e doutorado.

• Criar seis centros para dependentes químicos em hospitais universitários para desenvolver metodologias de tratamento e de reinserção social, que incluam um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) e um Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) para dependentes de crack, oferecendo vagas para tratamento em regime ambulatorial e de internação.